Samsung Galaxy Ring 2 deve chegar em 2027 com bateria de 10 dias
Relatório indica que a segunda geração do anel inteligente está com cronograma ajustado para dar mais tempo ao desenvolvimento. Melhorias incluem nove a dez dias de autonomia, redução de peso e espessura, e maior precisão na análise de sono e temperatura.

O Galaxy Ring 2, sucessor do primeiro anel inteligente da Samsung, não deve aparecer neste ano. A expectativa anterior era de que o dispositivo fosse anunciado no segundo semestre de 2026, possivelmente durante um evento Galaxy Unpacked, mas fontes familiarizadas com o planejamento da empresa indicam que o cronograma foi revisto. Agora, a Samsung trabalha com uma janela de lançamento que pode ir do início de 2027 em diante.
Por que o Galaxy Ring 2 não vai chegar em 2026?
A decisão de não apressar o lançamento leva em conta três fatores principais. O primeiro é o ritmo de crescimento do mercado de anéis inteligentes, que ainda está encontrando seu público fora do nicho de entusiastas de saúde. O segundo é o calendário de lançamentos principais da marca, que já concentra celulares dobráveis, tablets e relógios no segundo semestre. O terceiro é o impacto de marketing de um produto de segunda geração que, se fosse apenas uma atualização discreta, poderia reforçar as críticas sobre preço elevado e utilidade limitada que acompanharam o primeiro Galaxy Ring.
Um executivo familiarizado com o projeto afirmou que a empresa prefere entregar um salto perceptível de qualidade em vez de um refinamento geracional que passaria despercebido. O primeiro Galaxy Ring deu à Samsung um ponto de apoio em uma categoria que ainda busca audiência, e a continuação precisa justificar a troca para quem já investiu no modelo atual.
Samsung Galaxy Ring 2 traz bateria melhorada e sensores mais precisos
As três frentes de melhoria em desenvolvimento miram exatamente os pontos que mais geraram comentários na primeira geração. A autonomia, atualmente em até sete dias, deve subir para algo entre nove e dez dias, aproveitando otimizações no consumo dos componentes e no gerenciamento de energia. A Samsung também está reorganizando o layout interno para reduzir a espessura e o peso, o que tornaria o anel mais confortável para uso contínuo ao longo de dias e noites.

No campo dos sensores, a empresa trabalha em um sensor de temperatura atualizado, análise de sono com maior precisão e novos dados cardiovasculares. O monitoramento não invasivo de glicose no sangue está sendo discutido como uma meta de longo prazo, mas enfrenta barreiras de precisão, regulação e miniaturização que tornam improvável sua chegada já na segunda geração.
Enquanto o novo anel não chega, a Samsung mantém o Galaxy Ring original como opção para quem busca monitoramento de saúde sem tela no pulso, com métricas de sono, frequência cardíaca, atividade e temperatura da pele. A segunda geração, quando vier, deve manter o foco em saúde e descanso, mas com um conjunto de recursos expandido e um corpo mais leve para passar ainda mais tempo no dedo.




